Segunda-feira, Fevereiro 18, 2008

Noites de carnaval

Perder aquela pseudo-cult para um bombadinho de verão foi o cúmulo. Uma mostra de como o mundo e a sociedade, oriental e ocidental, estava perdida.
Na teoria, tudo estava acertado. Seu repertório de filmes incluía Réquiem para um Sonho, Cães de Aluguel (já que o melhor filme de algum cineasta cult famoso é sempre o mais desconhecido) e até um de Win Wenders que ele assistiu para um trabalho da faculdade, só pro caso dela ter pesquisado na Wikipedia e resolvesse fingir que manjava do assunto.
No quesito livros, estava decidido a esconder o fato de ter lido Harry Potter e O Código Da Vinci, só revelando os clássicos que eram lidos por vezes.
Caso entrassem no assunto musical, inventaria uns nomes de bandas como Pen Drivers ou Marcy is Back, para enganá-la que também gostava de músicas de caras com camisas pólo listradas e óculos vermelhos de armação grossa.

Mas não adianta: a simples visão de um cara com braços fortes, pernas finas, um provável pau pequeno e usando gorro em pleno verão foi o suficiente para causar um súbito umedecimento vaginal e tornar seus mamilos capazes de cortar vidro, de tão duros que estavam.

Bem, ficou claro então o que devia ser feito: tirar a camisa, tomar vodka barata e colar numas gordas, só de zueira.

Quinta-feira, Fevereiro 14, 2008

Eu ainda acredito

Sexta-feira, Fevereiro 01, 2008

Adeus, intrépido herói brasileiro

O sempre famoso Beto Carreiro morreu, pra infelicidade da nação. Com insuspeitados 70 anos, foi vítima de uma endocardite infecciosa e choque cardiogênico (tive que copiar e colar o nome da doença).
Mas fica a homenagem para o simpático empresário.

Peço a quem ler, em homenagem, a imitar o sonzinho do nome dele nas propagandas.