Terça-feira, Novembro 28, 2006

Querem proibir o RPG no Distrito Federal

Tenho trabalho pra fazer, mas tenho que postar aqui rapidinho por causa dessa loucura que acabei de ver.

Olha o que acabei de ver no site A Arca (www.a-arca.com, muito bom por sinal)

"A Comissão de Segurança da Câmara Legislativa do Distrito Federal se reuniu no dia 21/11 para discutir o mérito de um Projeto de Lei (PL nº1947/2005), de autoria do suplente de deputado Agrício Braga, do PFL) que estabelece restrições à comercialização de jogos do tipo 'RPG' no Distrito Federal. O relator, deputado Aguinaldo de Jesus (PL), afirmou que os jogos de RPG são 'perigosíssimos' e lembrou que há, no Congresso Nacional, um projeto de lei que torna crime inafiançável a prática da atividade. O PL foi aprovado e segue em tramitação. Para maiores informações acerca do PL 1947/2005, ligue para o Disque-Projeto da Câmara Legislativa. O telefone é (61) 3966-8484".

Tudo bem que isso não tá confirmado nem nada e eu nem jogo mais (na verdade, nunca consegui jogar direito, mais por falta de oportunidade, mas sempre li revistas e vi sites sobre o assunto, além de comprar uns livros. Alguns têm histórias muito legais). Mas pqp, isso é a maior burrice que já vi. Proibir um jogo, que é tão normal quanto uma revista em quadrinhos, uma música, um desenho ou um filme.
Putz, quem votou nesse deputado estúpido? Quem começou esse projeto de lei?
Esses caras não sabem nem o que é o jogo, e querem proibir?
Nosso país tem tantos problemas, e um político sem o que fazer vem com uma história dessas, querendo aprovar uma lei completamente preconceituosa?
Sem contar que seria crime inafiançável. Logo, jogar RPG, é pior que roubar uma loja, ou ser pego cheirando.
Particularmente acho que não vai dar nada isso, mas só o fato de tentarem já mostra a mente fechada, preconceituosa e antiquada de alguns brasileiros. Logo vão querer proibir filmes violentos, rock, quadrinhos, casas noturnas e todas essas coisas "subversivas". Se bobear, nem a dança no gelo do Faustão vai poder.
Lembrando que todos os livros mais "pesados" trazem na suas capas que são recomendados para maiores de 18.


E assim segue o país...

Domingo, Novembro 26, 2006

Última semana de aula

É galera, agora começa minha última semana de aula.
"Grande merda", aposto que você pensou.
Na verdade esse é um post meio pra manter vivo o blog. Claro que ele não ia morrer com 2 semanas sem posts, mas sei lá, é bom manter meio atualizado. Nas férias, tirando os dias de viagem, que serão, espero, muitos, atualizarei mais. E quando não atualizar, volto depois com um post bem tosco contando as peripécias da galera na viagem, pra delírio do povo e da Fiel.
Na verdade, nem tenho TANTA coisa. Dois trabalhos pra entregar, uma prova, e uma apresentação. Só. Depois, só ir na facul pro caso de ter que chorar alguma nota, o que espero não ser necessário.
Encerro esse post mandando boa sorte pra todo mundo e pedindo a D´us, Buda, Jesus, Alá, Jeová, Frei Damião, RR Soares, ACM, João Paulo II, Zeus, e qualquer entidade celestial certas coisas:
Que o pessoal com notas apertadas consiga passar.
Que a minha Ju, namorada e ajudante do Papai Noel preferida, consiga mais de 1 na prova, e aguente as crianças até o Natal pra finalmente poder viajar comigo, me ver fazendo merda, me dar umas broncas, me mandar tomar banho e me fazer um sanduíche enquanto jogo W11. Aliás, fizemos 11 meses juntos. Ju te amo muito viu. Não vou te ver quando fizermos um ano, mas vou tentar compensar isso durante todo o ano seguinte. (Tá, parei com a viadagem)
Que o Sushi, gordo escroto, passe de uma vez na Fuvest, ou em alguma facul pública qualquer, e emoldure o diploma de cursinho no quarto.
Que o Pedé pare de beber por um tempo e fazer merda.
Que haja futebol semana que vem.
Que eu tome vergonha na cara e arrume um emprego.
Que o Tavão fique mais sem camisa.
Que o Dias também viaje com a gente, e leve um Wii.
Que o pessoal de pé zuado melhore.
Que mais pessoas do OFF (vide comentário no último post) entrem no blog.
Que eu possa jogar fut-campo no camping da próxima vez.
Que eu passe em tudo sem problemas de dp.
Que o Open-Braço vire sucesso.
Que o Diego consiga achar a cura do mal que o acomete.
Que eu consiga lembrar das pessoas depois das baladas.
Que o Clark Kent de Smallville vire homem e saia na porrada decentemente com alguém.

PS: Sorte que existem um monte de entidade, não?
PS2: Ju, vi agora pouco seu scrap (mas depois do post, então editei aqui a sua parte).
PS3: Se alguém comprou, me chame pra jogar.

Segunda-feira, Novembro 20, 2006

Dia de Tédio

Bem, depois de uma semana conturbada pelos trabalhos e um belíssimo fim de semana, chegou o dia de meu domingo com cara de domingo, mas que parece sábado, tudo graças ao feriado. Afinal, todo mundo ficou cansado do camping ontem, e ainda teve a "final" do Sp, somado ao semi-furacão aqui do prédio, e isso prejudicou seriamente os planos de qualquer tipo de programação.
Aí, fica esse tédio.
No começo é legal. Nada pra fazer. Você só descansa, tenta não pensar em nada. Vê todos os vídeos do youtube que você já viu mas seus amigos ficam te passando por msn. Baixa todas as séries possíveis na internet. Sabe de cor todas as notícias de todos os sites.
Aí você percebe que está entediado, e nem mesmo uma internet com alta taxa de download pode resolver isso.
O que fazer?
Primeiro você começa a beber água/refri/qualquer coisa que tenha em casa, meio que pra passar o tempo. Depois, assalta o armário e a geladeira e faz inúmeras boquinhas durante o dia.
Depois, você fica no computador. Ouve umas músicas. Canta algumas também (recomendável apenas para aqueles que estão sozinhos em casa, como eu).
Aí, você baixa séries. Você baixa My Name is Earl pra rir um pouco. Algum episódio de uma outra série qualquer. Ou até um filme.
Mas depois de um tempo cansa.
Aí num ato de total originalidade, você deixa de ver coisas que você escolhe ver no pc, para ver coisas que você nem faz tanta questão na TV. E a TV à cabo mostra sua real utilidade. Durante o divertido ato de zapear pelos canais, você não precisa passar apenas pelo 2, 4, 5, 7, 9, 11, 13 e um canal gospel, outro de compras e uma MTV mal sintonizadas. Você passa por uma infinidade de canais, para chegar a conclusão que não tá passando nada que você quer. Com sorte, você consegue pegar um filme que você gosta já no terceiro quarto de filme. Aí ele acaba e um filme que você já viu umas 100 vezes, como Blade, Star Wars Episódio 3 (vi umas 10 vezes só esse mês), Cruzadas e outra pérola cinematográfica do gênero, começa e você acaba assistindo.
Seus amigos até te convidam para um cinema. Mas obviamente, é uma falsa ilusão. Porque eles vão ver um filme que você já viu.
De noite, hummm. Janta. Você pega uma comida bem porcaria, saborosa e rica em gordura trans, para se empanturrar e preencher um tempo. E ainda ganha uma bela duma cagada de bônus.
É importante notar que cada oportunidade de matar o tempo é bem vinda. Cada vez que você vai cagar, você lê umas duas revistas, pelo menos. O banho dura uns 40 minutos. Dormir não é uma opção boa, porque senão você vai acordar cedo amanha, e a programação matinal da TV é algo que é pior do que o tédio.
Então, o tempo passa, e você vai dormir umas 3, pra acordar meio-dia no dia seguinte, passar um tempo com a namorada, talvez jogar uma bola, e se preparar pra semana, que vai ser meio tensa.
E assim seguimos...

PS: Apesar de parecer, não estou triste nem de mal-humor. Muito pelo contrário. Às vezes um dia desse tipo faz bem.

Segunda-feira, Novembro 13, 2006

Aquilo sim é que era matar alguém

Desculpem, inexistentes fãs.
Demorei pra atualizar. Trabalhos do Guile (nunca vou pegar mais ele no Street, se bem que nunca pegava porque ele era uma bosta. Só os americanos pra quererem colocar ele de principal no lugar no Ryu), provas e agora um início do fim de semestre farão as atualizações serem mais espaçadas. Aí quem sabe nas férias eu dou um gás aqui.
Hoje gostaria de falar da valorização das armas brancas na cultura pop.
Sim, embora gastemos trilhões de dólares anuais para descobrir formas mais variadas, fáceis, baratas e de efeitos mais legais de matar alguém, o que pega mesmo é a galera saindo com uma espada na mão cortando braços por aí.
Bem, os fatores que tornam as armas brancas muito mais legais que as armas de fogo são muitos. Pra mim, o principal deles é porque é mais difícil. Sim. Qualquer nerd americano pode sair dando tiro de automática nos coleguinhas do colégio, mas tem que treinar muito e ser fortão pra brandir uma espada pesada pra caralho de maneira eficiente. O negócio é difícil. Você tem que ser bom. Tem que treinar pra porra. Tem que ser melhor que o outro (afinal, armas brancas só são legais quando os dois estão armados). E quando você ganha você mereceu. Você tem e deve ter orgulho desse estômago no chão que você tirou com um golpe de mestre.
Também vale comentar que nem só de lâminas vivem as armas brancas. Bastões, maças e nunchakus e outras variantes também são legais. Nocautear a galera pra mim deve ser mais legal que matar. Você humilha o cara, e o deixa vivo pra saber disso. E fica sem peso na consciência. Mas claro, uma mortezinha com cabeças e tripas voando não faz mal a ninguém de vez em quando (exceto talvez, o cara que é morto dessa maneira).
Em questão de longa distância, bem, todos sabemos o quanto é legal ter um arco e flecha. As vantagens são muitas. Afinal, qualquer Mr. Magoo da vida pode mirar com aquelas miras telescópicas, ou promover uma chuva de balas na galera, pra garantir que pelo menos uma ou duas acertem. Com arco e flecha a coisa já é outra. Você tem que manjar pra atirar (se bem que em guerras mesmo, a galera só atira pra cima e Newton faz o resto), e tem poucas flechas. Se errar, perdeu preibói.
Tanto que em geral, arqueiros são muito style. Robin Hood seria o mesmo. Manda muito. E quem não pensava em fazer as mesmas coisas que o Legolas no Senhor dos Anéis?
Temos que fazer um parágrafo especial para espadas (sem piadinha, campeão, ninguém vai achar graça mesmo). Essa arma relativamente simples é muito, muito legal. Afinal, nada mais style que triunfar sobre seu inimigo depois de vários minutos lutando no pôr-do-sol. Aí de repente, você corta o braço dele e pronto, já era. Eu particularmente sempre preferi as espadas mais leves, tipo sabres e afins, que nem a galera de Piratas do Caribe. Agilidade pra mim é mais legal do que a truculência das espadas grandons e lerdas. E obviamente terei que comentar a espada mais legal de todas, a katana. Style, grande, um pouquinho só curvada e faz um estrago do caralho. Se for do Hattori Hanzo (não sei se ta certo e não procurarei no Google a informação) então, melhor ainda.
Como última homenagem, faço aqui uma menção honrosa aos ninjas, que inventaram as estrelinhas shuriken, que são bem legais também.
E quem não gostou, bem, fica pra próxima.

Ps: Pedé, obrigado por alegrar quaisquer baladas com esse seu talento para ser uma pessoa escrota e hilária.

Ps2: Porra, como não tem a palavra “ninjas” no vocabulário do Word? Não ter xingamentos tudo bem, mas essa é mó palavra comum. Não Bill, não quero mudar minha palavra pra “ninas”, “ninfas” ou “nênias”(que nem sei o que significa)

Segunda-feira, Novembro 06, 2006

Sexo, Braço, Rock ´n Roll

Aqui estou, de volta a terra da garoa.
Depois de 4 dias num alojas repleto de mosquitos (mas que só apareciam na hora de durmir), cerveja, sol fdp (daqueles que é de meio-dia desde as 6), falta de higiene (meu primeiro e único banho aconteceu no sábado), kaftas em lanças, neguinho usando drogas (relaxa mamãe, não curto essas coisas) e mais cerveja, volto para meu quarto limpo, com água quente e colchão de molas. Uma merda, não?
Bem, só digo a vocês: É animal isso. Ficar com a galera, não ir pra nenhuma balada e ficar no alojas conversando com a galera, tomando uma cerveja e fazendo parte da decadência humana. Foi daí que surgiu, numa combinação de esforços da galera, uma reivindicação por mais que um reles Open Bar de 96hrs de cerveja. O Open Braço.
Calma pessoa, não estou mais sob efeito da cerveja, nem da fumaça de entorpecentes alheios. Você leu certo. O Open Braço é o novo conceito de coisas open (?).
Imagine o seguinte: lá está você, tomando sua 17ª cerveja as 4 da tarde, e bate aquela vontade de comer. De repente, você vai, pede para o cara que serve as pessoas um naco de braço, uma carninha. Pronto!
Claro, que isso não é fácil. Começa com o serviço braçal (pegaram o trocadilho?), para colher a plantação de Goro (sim, aquele cara do Mortal Kombat que te intimidava assim que chegava na tela, com 4 braços). Depois, a safra é encaminhada para indústria, e depois direto para os mercados e restaurantes chiques. Sim, imagine aquele cotovelinho ao sugo, um tríceps ao molho madeira, um antebracinho a pururuca, ou uma porção de Lula (nove dedinhos especialmente empanados acompanhado de molho barbecue. Ou também, nas grandes redes de fast-food, um Cheddar McBraço, ou um McBraço Feliz. Sensacional, não?
Bem, eu poderia ficar horas e horas aqui falando, mas minha atual condição física de uma garoto pós-Economíadas com gripe (ou resfriado), estou impossibilitado de escrever mais.
Abraços, e obrigado àqueles que leram toda essa merda, que aliás, foi o campeão de merdas e parênteses (repararam nisso? Ops...).
Até a próxima oportunidade.

Agradecimentos especiais a Carol por liberar o hotel pra eu tomar meu único e aliviador banho, Basa pela carona, Thaís por me deixar durmir no Air-O-Space, Gabis por imitar notas de dinheiro, Ourinhos por querer morder o braço de Diego, que também estou agradecendo por inventar o título "Open-Braço", minha mãe por ter feito camarão no dia em que voltei, e ao pessoal da cerveja Sol, pela caganeira.

Quarta-feira, Novembro 01, 2006

Pro pessoal que fica em SP rir um pouquinho

Tinha um cara que era meio-africano...
Uma vez, minha mãe comprou um ovo galado...
Pedé com camiseta de ninja sorrindo...
Não dá pra jogar com o Morte, ele não sabe sinal...
Põe uma camiseta, Mário...
Você conhece o Roberto Pupo Moreno?
Bonita essa camiseta. É dry-fit?
Você tem pipi ou xoxota?
Movimento Acelerado...ou Convulsão...
Risada do gordo escroto...

Yu Yu hakusho

"A série conta a história de Yusuke Urameshi, um "Bad Boy" que morreu atropelado ao tentar salvar uma criança. Como seu ato foi inesperado por todos principalmente o Mundo dos Espiritual (Reikai), Yusuke teve a chance de voltar a viver após fazer um teste para voltar como Detetive Espiritual. Após voltar, ele deve se dedicar a combater os demônios do Mundo das Trevas (Makai) que por um acaso venham a se infiltrar no Mundo dos Homens (Ningenkai). Os amigos de Yusuke o acompanham em sua trajetória. São eles Kazuma Kuwabara, um amigo de colégio com quem ele disputava brigas na rua, mas cuja relação ficou muito mais humana e sincera depois da morte de Yusuke, e Kurama e Hiei, dois Youkais que se aliaram a Yusuke após serem derrotados pelo detetive." Depois de dar um copy/paste no texoo da wikipedia pra não perder tempo escrevendo o que quase todos sabem, resolvi falar um pouco sobre esse fantástico anime, que muito provavelmente é meu favorito, embora não tenha a magia que teve Os Cavaleiros do Zodiaco (que é talvez o desenho mais marcante da infância de milhões de jovens hoje, me incluindo). Porém, Yu Yu Hakusho, embora não seja "clássico" como Cavaleiros, é uma lição de como fazer um anime. As principais qualidades dele são: - Protagonista: Yusuke alopra os inimigos, mostra o dedo do meio, fuma (no mangá), quebra todo mundo e tem umas gírias engraçadas, e várias vezes usa truques e sorte pra ganhar de seus inimigos. Sim, temos aqui um protagonista "masc", sem aquelas cenas de drama do Seiya ou aquela ingênuidade do Goku. O Detetive Espiritual é tão legal, verossímel e interessante que faz com que você não fique sempre torcendo pra aparecer o "coadjuvante interessante" (sempre presente em qualquer história boa).
- Coadjuvantes: Apesar do protagonista ser legal, os coadjuvantes não ficam atrás. O machão Kuwabara, o mais fraco da turma, é sempre o mais empolgado e também engraçado pra caramba. Kurama é aquele mais sensível, paciente e inteligente, e embora pareça meio viado (usa plantas como arma e a principal arma é uma flor transformada em chicote), quando tem que tretar é cruel pra caralho, principalmente quando retorna a sua forma original de demônio raposa. Tem também o frio e cruel Hiei, aquele cara mais quieto que é forte pra caramba e apavora os inimigos, tipo o Ikki nos Cavaleiros. Também temos a ranzinza Mestra Genkai e o hilário Sr. Koenma.
- Inimigos: Os inimigos, em geral demônios (youkais), tem formas e poderes variados, e grande parte deles são muito interessantes, mesmo os vilões "secundários". Os vilões principais são interessantes, com um motivo decente pra se tornarem vilões, principalmente Toguro e Sensui. Nada de dominar o mundo ou destruição decerebrada aqui.
-Dublagem: A dublagem brasileira, de alguma maneira, merece ser elogiada. Em geral ela é bem feita, e ainda contribui muito para o humor, com expressões às vezes meio velhas ou da moda da época que o anime foi lançado aqui. Sem contar as expressões do Sr. Koenma, sempre chamando seu auxiliar demônio de um monte de nomes, como "trapizomba", "idiota", e outras milhões de coisas. Ou Yusuke com "rapadura é doce mas não é mole não", "to mais quebrado que arroz de terceira", o Kuwabara com seu "A flor tem que ser de cerejeira, e o homem tem que ser Kuwabara", entre outras. Fora o quanto é legal ver os demônios da torcida gritarem "Ah, eu tô maluco".
No final, esse anime merece ser visto. Se você quiser, alugue uns dvds, baixe na comunidade do orkut, essas coisas. Se não...bem, foda-se.

PS: Indo pro Economíadas daqui poucas horas. Sem atualização até segunda provavelmente.